Experiências

Arte, história e cultura no Rio

2 dias

O Rio é a cidade brasileira que mais abriga tesouros da arquitetura e da arte, com várias construções do período colonial ainda preservadas.

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Antes de se começar a falar sobre os tesouros arquitetônicos e artísticos da capital do Rio de Janeiro, é preciso lembrar que a corte portuguesa mudou-se para lá em 1808, quando o Brasil ainda era colônia de Portugal, fato que alteraria profundamente a cidade em todos os aspectos e preservaria, em terras brasileiras, estruturas daquela época.

As belezas históricas do Rio de Janeiro, todavia, não são a totalidade da preciosa arquitetura carioca. A modernidade também desembarcou na capital fluminense, evidentemente. Em 2011, a Cidade Maravilhosa recebeu o Wallpaper Architecture Awards (um dos mais celebrados prêmios de design no mundo), à frente de Chicago (Estados Unidos), de Johanesburgo (África do Sul), de Oslo (Noruega) e de Hong Kong.

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Dia 1
O Centro Histórico

O Centro Histórico do Rio de Janeiro é cheio de edifícios antigos, mas preservados pelo tempo. Cercada pela conhecida Avenida Rio Branco, a Cinelândia (como é popularmente conhecida a Praça Floriano, bem no centro da Cidade Maravilhosa) mantém estruturas como o Cine Odeon, inaugurado em 1926; a Biblioteca Nacional do Brasil, cuja fundação tem 206 anos; o Teatro Municipal, que entrou em funcionamento em 1909; além do antigo Supremo Tribunal Federal, de quando o Rio de Janeiro era a capital do Brasil.

Pegue a Avenida Rio Branco até o Largo da Carioca, onde está o Convento de Santo Antônio, prédio de importância histórica incalculável. Ao lado da Igreja da Ordem Terceira de São Francisco da Penitência, ele forma um dos mais antigos e relevantes conjuntos coloniais ainda remanescentes na cidade do Rio de Janeiro. Perto dali, a Igreja da Candelária é outro ponto importante e indispensável do passeio. A construção dela ocorreu entre 1609 e 1811.

Bairro típico do Rio de Janeiro, Santa Teresa nasceu no século XVIII, nos arredores de um convento, e ocupa uma colina no coração da cidade. Símbolo das artes plásticas, o bairro tem dezenas de ateliês, e em suas ruas estreitas passam os velhos bondes, que no Brasil circulam apenas no Rio e na cidade de Santos, no estado de São Paulo.

O bonde de Santa Teresa mantém o mesmo padrão desde sua fundação, e suas características externas foram tombadas pelo Governo Estadual em 1983. O trajeto começa no Centro da cidade, passa por cima dos Arcos da Lapa e segue pelas ladeiras do bairro, por pontos como o Parque das Ruínas, mirante que permite visão incrível do Rio de Janeiro.

Aberto ao público, o Parque foi o que restou do Palacete Murtinho Nobre, onde morou Laurinda Santos Lobo, mecenas que reunia intelectuais e artistas no início do século XX. O Palacete foi um dos pontos mais efervescentes da vida cultural carioca até a morte da anfitriã, em 1946.

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Dia 2
Jardim Botânico

O Jardim Botânico é, além de uma das áreas verdes mais bem preservadas do Rio de Janeiro, lar de monumentos bastante valiosos do ponto de vista artístico e arqueológico. A história do lugar começa em 1808, ano em que a coroa portuguesa se mudou para o Brasil.

No Centro de Visitantes é possível perceber o peso da história contido no Jardim Botânico. A arquitetura antiga abriga exposições de arte e é onde se pode solicitar visita guiada, além de outras informações em diversos idiomas. Não se acanhe.

As aleias de palmeiras imperiais, planta antilhana cujo primeiro exemplar no Brasil foi plantado no Jardim por Dom João VI, em 1809, levam os nomes de antigos diretores do Jardim Botânico, a maioria do século 19. No centro delas, há uma das mais belas construções: o Chafariz das Musas, constituído de duas bacias e fabricado na Inglaterra. A estrutura chegou ao Jardim Botânico apenas em 1905. Outra construção de valor histórico é o Aqueduto da Levada. Tombado em 2005, ele é bem antigo, data de 1853, e foi feito para levar água aos jardins.

O Solar da Imperatriz está ligado ao antigo Engenho de Nossa Senhora da Conceição, de 1575. Ele e outras 50 chácaras compunham vasto latifúndio colonial, o primeiro da então capitania do Rio de Janeiro. Por fim, a Casa dos Pilões é centro arqueológico por conta da fabricação de pólvora.

Inaugurado em 1948, o Museu de Arte Moderna é uma das mais importantes instituições culturais do Brasil e tem localização privilegiada na cidade do Rio Janeiro. O prédio está instalado em meio a jardins no Aterro do Flamengo, bem pertinho do Aeroporto Santos Dumont e do centro da cidade.

O acervo tem cerca de 6.500 obras, entre pinturas, esculturas e gravuras. Destacam-se a coleção Joaquim Paiva, com 2500 imagens de fotógrafos de 22 países, e a coleção Gilberto Chateaubriand, com obras de Anita Malfatti, Carlos Vergara, Di Cavalcanti, Djanira e outros.

Ao final do passeio, vá a Ipanema, que fica bem perto do Jardim Botânico. Mais irresistível do que a musa que inspirou os compositores Vinícius de Moraes e Tom Jobim, o bairro é ponto de encontro famoso do Rio de Janeiro. Sofisticado e com intensa vida noturna, ele combina praia, bares e lojas.

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